sábado, 9 de abril de 2011

Dinâmica - Coração cheio do Espírito - adaptada por Érick Freire para a lição 3 - O que é o Batismo com Espírito Santo - do 2º trimestre de 2011

Objetivo: Observar o coração cheio do Espírito Santo e que produz vida.
Tempo estimado: 12 a 15 minutos.

Material: Um coração com uma torneira gotejando feito em cartolina guache (de Preferência branca), cada gota deve ter um espaço para se escrever.

Procedimento: Por a sala em forma de meia lua e distribua aos alunos gotas previamente desenhadas em pequenos pedaços de papel A4 (ofício) e peça que cada um escreva o que sai de dentro de um coração cheio do Espírito, depois peça-os que leiam Ef. 5.18 E não vos embriagues com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito.

Aplicação pessoal: Forme dois grupos na sala e dê 3 minutos para eles discutirem o texto lido e fazerem a relação com o coração cheio do Espírito, logo depois em 2 minutos no máximo, cada grupo irá expor o que descobriram.

Quem é o Diabo? Auxílio doutrinário para o ensino sobre tentação para o discipulado 2, por Professor Érick freire.

Origem de Satanás:
       Se fala por aí que o Diabo tem chifres, calda, usa um tridente, é feio. na realidade essa imagem popularizada dele vem da mitologia pagã e não na Bíblia notamos que ele era originalmente Lúcifer (o que transmite ou conduz a luz), era o mais perfeito dos anjos, o que tinha mais glória depois de Deus, mas precipitou-se em sua ganância (1 Tm 3.6)

       Os capítulos 14 de Isaías e 28 de Ezequiel tratam sobre a origem e a compreensão inicial de quem é Satanás, mas podemos nos perguntar por que de Tiro e da babilônia estão nestes textos? Na realidade o exemplo de Satanás foi um exemplo prático para compreenderem a situação desses reis que exigiam adoração a eles próprios como se fossem deuses, e essa foi a vontade de Lucifer, fazer com que o adorassem e que ele tomasse o lugar do altíssimo, por isso, Deus queria mostrar através dos profestas que a queda desses reis seria como aquele que tentou "ser como o altíssimo" (Is. 14.14).

Lição 3 O discípulo e a tentação - Comentário: Pastores Marcos Tuler, Isael Araújo, Mardônio Nogueira, Geremias de Couto, Joel Dutra e Francisco Carlos. Orientação pedagógica e plano de Aula: Professor Érick Freire

PLANO DE AULA
Lição 3
O DISCÍPULO E A TENTAÇÃO

Objetivos: Após a aula o aluno deverá diferenciar os agentes da tentação, descrever personagens bíblicos que resistiram a tentação, saber relatar essas histórias e Fugir de toda a aparência do mal.

Conteúdos: Agentes da tentação (Carne, mundo e o Diabo), manifestação da tentação, vencer tentações.

1º Momento: Dinâmica Trajetória fatal (em processo de escrita)

2º Momento: Começar perguntando: O que é tentação? Alguém sabe dizer quem são os seus principais agentes? Falar sobre os três agentes da tentação O Diabo (leia o artigo), O mundo e a Carne (leia o artigo de forma crítica).


3º Momento:
Fale sobre a doutrina da Tricotomia (leia o artigo e julgue-o), depois falar sobre a influência da tentação e como ela atinge o nosso corpo, alma e/ou espírito.

Lição 3 - O que é o batismo com Espírito Santo - Subsídio Doutrinário - Por Professor Érick Freire

Introdução
Vamos considerar vários fatos aqui neste artigo, trabalhando principalmente a teologia sistemática do Revestimento de Poder e/ou Batismo com Espírito Santo, iremos relatar todos os pontos mais importantes dessa doutrina dando respaldo bibliológico e teológico.

A Natureza

              No assunto agora abordado trataremos da natureza vivificadora do Espírito Santo, pois como já dito falaremos do revestimento de poder e essa a expressão nos leva a relacionar o revestimento como uma reveste, ou seja, uma roupa sobre outra, ou uma couraça sobre a armadura, por isso, reveste, ou melhor uma veste sobre outra.
            A característica principal desse revestimento seria o ato do serviço cristão. Querendo dizer assim, que o revestimento fortalece para que o serviço seja mais eficaz e não que se recebe esse revestimento para a regeneração para a vida eterna, ora, o batismo com Espírito Santo, nada tem haver com a regeneração para ser salvo, o revestimento é de poder para servir ao Senhor e a igreja.
Esse batismo não é dado a pessoas que não tenham o Senhor, já que vemos isso em Mt 10.1 como armas de poder e em Lc 10.20 "seus nomes já estão escritos nos céus". Em Jo 15.3 notamos que fala que eles já estavam limpos pela palavra, ou seja, vestidos da salvação, para serem revestidos de poder.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Dinâmica - Trajetória Fatal

Objetivo:  Orientação quanto ao exercício da obediência e a resistência a cobiça.

Material: Folha de ofício com a seguinte palavra: Concupiscência.

Introdução: A concupiscência é uma das coisas do mundo. A Bíblia diz em 1 João 2:16-17 “Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não vem do Pai, mas sim do mundo. Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus, permanece para sempre.”
A concupiscência é pecado e conduz a outros pecados. A Bíblia diz em Mateus 5:28 “Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.”
O homem concupiscente pagará as consequências. A Bíblia diz em Provérbios 6:25-29 “Não cobices no teu coração a sua formosura, nem te deixes prender pelos seus olhares. Porque o preço da prostituta é apenas um bocado de pão, mas a adúltera anda à caça da própria vida do homem. Pode alguém tomar fogo no seu seio, sem que os seus vestidos se queimem? Ou andará sobre as brasas sem que se queimem os seus pés? Assim será o que entrar à mulher do seu proximo; não ficará inocente quem a tocar.”

quarta-feira, 6 de abril de 2011

LIÇÃO 3 O que é o Batismo com o Espírito Santo - Lições Bíblicas do 2º Trimestre de 2011 - CPAD - Jovens e Adultos MOVIMENTO PENTECOSTAL, As Doutrinas da nossa fé - Comentários da revista da CPAD: Pr. Elienai Cabral Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto Complementos, Plano de Aula: Professor Érick Freire

Lição 3
17 de Abril de 2011

PLANO DE AULA

TEMA:
O QUE É O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO

Objetivos: O aluno após o ensino-aprendizado deverá no mínimo Saber o que não é o batismo com o Espírito Santo; Explicar e Definir com suas próprias palavras o que é esse batismo; Descrever o significado de e a diferença entre os termos glossolalia e xenolalia.

Conteúdo: Natureza geral do batismo com Espírito Santo; Características especiais do revestimento de poder; Evidência inicial do Batismo com Espírito Santo; Aspecto contínuo do batismo no Espírito e sua recepção.

Tempo estimado: 1 hora e 15 minutos.

Material necessário: Um coração com uma torneira gotejando águas (para a dinâmica). Uma cartolina com as palavras glossolalia e xenolalia escritas de forma bem visível, e materiais a escolha do professor para desenvolver sua aula.

Dinâmica: Que Símbolo lembra você? Por Sulamita Macedo

Dinâmica: Que Símbolo lembra você?


Objetivos: Concluir estudo sobre os símbolos do Espírito Santo.
                     Escolher símbolo para representação de si mesmo.

Material:  ½ folha de papel ofício.

Procedimento:
- Falem sobre os símbolos do Espírito Santo.
- Entreguem a metade da folha de papel ofício para cada aluno.
- Solicitem aos alunos que pensem em um símbolo para representá-los, como por exemplo: um objeto ou animal.
- Lembrem aos alunos que os símbolos normalmente referem-se à função ou atuação de algo ou alguém. Apresentem alguns exemplos:
Leão: tem muita garra para lutar, vencer.
Girafa: tem uma visão mais ampla de uma situação.
Formiga: trabalha muito ou muito atuante.
Águia: pensa para agir, tem estratégias e planejamentos
Palha de aço(BomBril): mil e uma utilidades.
Liga: promove união.
Borracha: apaga mágoas, não guarda rancor.
Nó cego: pessoa de difícil convivência.

- Solicitem que os alunos façam um desenho do objeto ou animal escolhido e escrevam o porquê desta escolha.
- Para finalizar, peçam para que os alunos socializem com os colegas os símbolos escolhidos. Falem também que os símbolos do Espírito Santo são uma representação, mas que na verdade Ele é Deus, a Terceira Pessoa da Trindade.

Lição 2 - Nomes e Símbolos do Espírito Santo, Lição da Escola Dominical CPAD, Jovens e adultos, Comentarista: Pastor Elienai Cabral Orientação pedagógica - Pedagoga Sulamita Macêdo

Lição 02: Nomes e Símbolos do Espírito Santo


Professoras e professores, para  esta lição, apresento as seguintes sugestões:

- Cumprimentem os alunos e perguntem como passaram a semana.

- Falem do tema da aula: Nomes e Símbolos do Espírito Santo.

- Perguntem: O que é símbolo? Aguardem as respostas dos alunos e depois acrescentem outras informações.

- Acrescentem também informações sobre a origem da palavra “símbolo”.

“Antigamente, quando os comerciantes gregos faziam um contrato, os dois pegavam um bastão e quebravam no meio, levando cada um uma parte para casa. Quando o contrato acabava e os dois cumpriam o prometido, levavam consigo a sua parte de bastão e união os dois pedaços, para provar que o contrato fora cumprido entre eles. A ação de unir as duas partes do bastão simbolizava o contrato estabelecido entre os dois e se reconhecia a verdade. Símbolo (symbolom) é uma palavra grega que significa a metade de um objeto quebrado que era apresentada como sinal de reconhecimento. Portanto, símbolo é o sinal referencial para se reconhecer algo. Através de um símbolo sou capaz de chegar à essência da verdade”.

 
- Trabalhem os símbolos do Espírito Santo, apresentando as referências bíblicas e utilizem figuras para ilustrá-los. Acrescentem outros símbolos além dos indicados na lição.

- Para finalizar a aula, utilizem a dinâmica: Que Símbolo lembra você?

terça-feira, 5 de abril de 2011

DINÂMICA - CORRIDA DE REVEZAMENTO - SIMPLES E ÓTIMA PARA REVISÕES.

Objetivo: Fazer a revisão do assunto abordado.
Material: Dois lápis de quadro branco ou dois gizes para escreverem no quadro.

Desenvolvimento: Divida a turma em dois grupos e forme uma fila com cada grupo em frente ao quadro, passe uma linha vertical no centro do quadro branco ou negro dividindo-o ao meio e oriente aos alunos escreverem o maior número possível de palavras sobre determinado assunto em um tempo de 3 minutos, cada aluno deverá por uma palavra no quadro, voltar a fila e entregar o lápis ao próximo aluno que estava atrás dele e ir para o final da fila de seu grupo, enquanto o tempo estiver rolando os alunos escreverão, fazendo com que aja uma rotatividade na fila e todos participem.

SÍMBOLOS USADOS PARA CARACTERIZAR O ESPÍRITO SANTO - Subsídio para lição 2 - Nomes e símbolos do Espírito Santo - Movimento Pentecostal, doutrinas da nossa fé.

VENTO
As qualidades do vento, que traduzem a ação do Espírito: o vento não se vê, apenas se sente a sua passagem, no movimento dos objetos ou na respiração, isto é, sentimos apenas os seus efeitos; conserva a vida, porque não podemos viver sem ar.
Conhecemos apenas os efeitos da sua passagem, umas vezes devastadora, como o ciclone, noutras leve como a brisa.
O vento forte é sinal da acção poderosa de Deus, o vento-brisa é sinal da paz que deve reinar na natureza e da sua presença no mundo.
Também o vento é um fenômeno meteorológico formado pelo movimento do ar na atmosfera. O vento é gerado através de fenômenos naturais como, por exemplo, os movimentos de rotação e translação do Planeta Terra.
Existem vários fatores que podem influenciar na formação do vento, fazendo com que este possa ser mais forte (ventania) ou suave (brisa). Pressão atmosférica, radiação solar, umidade do ar e evaporação influenciam diretamente nas características do vento.
Em regiões mais altas, como no alto de montanhas por exemplo, o vento costuma ser mais forte, pois não há interferências das construções.
O vento é muito importante para o ser humano, pois facilita a dispersão dos poluentes e também pode gerar energia (energia eólica).
 

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O Ensino para adultos na Escola Dominical: O que é e para que serve a andragogia? Respostas e auxílio para professores e mestres da Escola Dominical.

Introdução

Paulo, ao falar aos cristãos de Corinto, fez uma colocação que se olharmos com um olhar pedagógico poderemos iniciar o nosso aprendizado de hoje com muita propriedade o texto é: "quando eu era menino, agia como menino, discursava como menino. Mas quando cheguei a ser homem, deixei as coisas de menino" (I Cor.13:11). Isso quer dizer que a concepção psicológica de alguém sofre mutação durante a sua vida, quando criança passamos por várias fases de desenvolvimento segundo Jean Piaget, são esses períodos Sensório moto (0 a 2 anos), ou seja, ao nascermos começamos a conhecer os objetos através da motricidade, do toque ao físico ao material, passamos também durante essa fase pelo o que Freud chama de período oral, tudo pomos na boca para a identificação, logo depois entramos no período pré-operatório (3 a 6 anos), ou seja, a criança deste estágio: é egocêntrica, centrada em si mesma, e não consegue se colocar, abstractamente, no lugar do outro, não aceita a ideia do acaso e tudo deve ter uma explicação, já pode agir por simulação, "como se", possui percepção global sem discriminar detalhes e deixa-se levar pela aparência sem relacionar fatos. Podemos dizer que a criança e egocentrista da sua maneira ou seja, implica a ausência da necessidade, por parte da criança, de explicar aquilo que diz, por ter certeza de estar sendo compreendida. Da mesma forma, o egocentrismo é responsável por um pensamento pré-lógico, pré-causal, mágico, animista e artificialista. O raciocínio infantil não é nem dedutivo nem indutivo, mas transdutivo, indo do particular ao particular; o juízo não é lógico por ser centrado no sujeito, em suas experiências passadas e nas relações subjetivas que ele estabelece em função das mesmas. Os desejos, as motivações e todas as características conscientes, morais e afetivas são atribuídas às coisas (animismo). A criança pensa, por exemplo, que o cão ladre porque está com saudades da mãe. Por outro lado, para as crianças até os sete ou cinco anos de idade, os processos psicológicos internos têm realidade física: ela acha que os pensamentos estão na boca ou os sonhos estão no quarto. Dessa confusão entre o real e o irreal surge a explicação artificialista, segundo a qual, se as coisas existem é porque alguém as criou.

Lição 2 - Plano de Aula - Nomes e símbolos do Espírito Santo, 10 de abril de 2011, Movimento pentecostal, As doutrinas da nossa fé, Comentarista: Pastor Elienai Cabral Consultor Doutrinário e Teológico: Pastor Antonio Gilberto, Lições Bíblicas 2 trimestre de 2011, Plano de Aula e Orientação pedagógica: Professor Érick Freire.

 Plano de Aula
Lição 2
10 de abril de 2011



TEMA: Nomes e símbolos do Espírito Santo
Objetivos:
Após a aula o aluno deverá estar apto a:
    Conhecer a pluraridade dos nomes do Espírito Santo. 
    Definir o que é simbologia bíblica;
     Saber saber as representações simbólicas do Espírito Santo.

Conteúdo:
Nomes e símbolos do Espírito Santo; Símbolos Bíblicos.

Tempo Estimado:
50 minutos (uma aula)

Material Necessário:
Lição da Escola Dominical; Folhas de Ofício A4 com escritos do segundo momento;

quarta-feira, 30 de março de 2011

Quem é o Espírito Santo - Subsídio Bibliológico e teológico

O Espírito Santo é verdadeira e plenamente Deus: é um membro da Santa Trindade.



Mateus 28:19; 2 Coríntios 13:14; Atos 5:3-4 


Ele tem os mesmos atributos de qualidade que o Pai e o Filho têm. É:



Eterno ~ Hebreus 9:14 

Onisciente ~ (sabe todas as coisas) 1 Coríntios 2:10-11 

Onipresente ~ (está em todos os locais, simultânea e plenamente) Salmo 139:7-10; 1 Coríntios 6:19 
Onipotente ~ (tem todo o poder, pode tudo) Gênesis 1:2; Jó 33:4; João 3:5 
Santo ~ Mateus 1:18 


O Espírito Santo é uma pessoa e não uma força ou influência.

As Escrituras demonstram isto, revelando que Ele:


Tem uma mente Romanos 8:27 
Tem uma vontade própria ~ 1 Coríntios 12:11 
Tem emoções ~ Efésios 4:30 

Ama ~ Romanos 15:30 

Concede dons ~ 1 Coríntios 12:4-11 
Fala ~ João 16:13; Atos 21:11 
Ouve ~ João 16:13 
Guia ~ João 16:13 
Chama Missionários~ Atos 13:2 

Pode ser insultado ~ Hebreus 10:29 

Intercede ~ Romanos 8:16 

É descrito por pronomes pessoais masculinos (coisas somente são referenciadas por pronomes neutros) ~ João 16:13-15 
É possível que se minta a Ele ~ Atos 5:3-4 
É possível que seja entristecido ~ Efésios 4:30 

O Espírito Santo tem tido e sempre terá um papel ativo na obra da Trindade:



Ele tomou parte na criação ~ Gênesis 1:2; Salmo 104:30 
Ele opera sobre os descrentes ~ João 16:8-11; Apocalipse 22:17 
Ele é um agente na obra da regeneração ~ João 3:5; Tito 3:5 
Ele está restringindo o mal no mundo ~ 2 Tessalonicenses 2:7 

O Espírito Santo opera na vida dos crentes:

batiza-os para dentro do Corpo de Cristo ~ 1 Coríntios 12:13
[Correção por Hélio:  O submersor foi Cristo, não é o Espírito; esta submersão foi para dentro do Espírito Santo, não para dentro do corpo de Cristo. Ver http://solascriptura-tt.org/EclesiologiaEBatistas/06SubmersaoComEmDentroEspiritoSanto-Helio.htm]

Dinâmica: Quem sou eu? Por Sulamita Macedo

Objetivo: Promover maior conhecimento e integração entre as pessoas de um grupo.

Material:  ½ de uma folha de papel ofício e caneta.

Procedimento:
- Depois que vocês falarem sobre as características do Espírito Santo, levem os alunos a refletir sobre suas próprias características.
- Entreguem para cada aluno a metade de uma folha de papel ofício.
- Solicitem que escrevam suas características pessoais e atividades quem desenvolvem, mas não se identifiquem, isto é, não escrevam o nome.
- Recolham todos os registros.
- Em seguida, comecem a ler o que cada aluno escreveu e falem: Quem sou eu?
- Aguardem as respostas dos alunos. A intenção é que cada pessoa

Lição 1 - Quem é o Espírito Santo - Orientação pedagógica irmã Sulamita.

Professoras e professores, estamos iniciando mais um trimestre. Apresento as seguintes sugestões para esta primeira aula:

1 - Iniciem a aula cumprimentando os alunos e perguntem como passaram a semana.

2 - Dividam a aula, em dois momentos: um para a panorâmica do trimestre e o outro para a lição 01.

3 – Parte I - Panorâmica do Trimestre:
- Solicitem que os alunos observem a capa da revista e perguntem: o que vemos? O que isto tem a ver com o tema?
Pomba: símbolo do Espírito Santo
Selo: 2011 - Ano do Centenário das Assembléias de Deus
- Peçam para que os alunos abram a revista e mostrem as novidades da revista:
Parte de uma lição bíblica de 03.01.1926, publicada no jornal Boa Semente.
Programação do Centenário.
- Falem que o comentarista das lições é o Pastor Elienai Cabral e se possível apresentem uma foto dele. Acrescentem que a lição 10 é de Isael de Araújo.
- Em seguida, apresentem os temas das lições, fazendo uma leitura compartilhada dos títulos das lições.

4 – Parte II – Lição 01 – Quem é o Espírito Santo

- Trabalhem as características do Espírito Santo, a doutrina do Espírito Santo e sua atuação no Antigo e Novo Testamento, conforme os itens da lição.

- Para finalizar a aula, utilizem a dinâmica: Quem sou eu?

Tenham uma produtiva e excelente aula!

Publicado em Atitude de Aprendiz

segunda-feira, 28 de março de 2011

PLANO DE AULA Lição 1 - Quem é o Espírito Santo - Escola Dominical - Movimento Pentecostal - As doutrinas da nossa fé, Jovens e Adultos, Comentarista: Pastor Elienai Cabral, Consultor doutrinário: Pastor Antonio Gilberto, Orientação pedagógica e plano de aula: Professor Érick Freire

 Plano de Aula
Lição 1
03 de abril de 2011

TEMA: QUEM É O ESPÍRITO SANTO
Objetivos:
Após a aula o aluno deverá estar apto a:
·         Conhecer os principais pontos da doutrina bíblica do Espírito Santo;
·         Explicar o que é a aseidade do Santo Espírito;
·         Saber que o Espírito Santo tem pernonalidade.

Conteúdo:
A doutrina do Espírito Santo; A aseidade do Espírito Santo; A personalidade do Espírito Santo.

Tempo Estimado:
50 minutos (uma aula)

Material Necessário:
Lição da Escola Dominical; Quadro esquemático sobre os atributos do Espírito Santo.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Dinâmica: Tempestade - Por Sulamita Macedo

Objetivo: Refletir sobre as dificuldades que enfrentamos na vida cristã.

                Confirmar que temos socorro em Jesus, o perdoador e aquele que acalma as tempestades.

Material: Folha de papel ofício para cada aluno, 3 metros de TNT azul, 01 mesa, fita adesiva.

Procedimento:
- Entreguem uma folha de papel ofício para cada aluno e solicitem para que eles façam um barquinho, usando a técnica da dobradura (aquela que agente fazia quando criança).

- Enquanto isso, organizem o TNT na mesa de forma que dê ideia de um mar revolto.

- Peçam para que os alunos coloquem seus barcos no mar revolto. Se julgar necessário, utilizem fita adesiva para fixar os barquinhos.

- Falem para os alunos que o mar revolto representa as situações adversas que enfrentamos na vida. Muitas vezes precisamos retirar do nosso barco algo que pode impedir o bom prosseguimento da viagem. Cada um deve nesse momento refletir se há algo que precisa ser descartado ou modificado, mas não precisa falar para os colegas. 

- Há também outras situações que precisamos do socorro de Jesus para acalmar a tempestade. Leiam:  Mt 8.23 a 26. 

- Façam uma oração pelos alunos sobre isto.

- Em seguida, com a ajuda de outra pessoa, estirem o TNT, representando o mar sem a tempestade.

Postada originalmente no Blog Atitude de Aprendiz

LIÇÃO 13 Paulo Testifica de Cristo em Roma - Lições Bíblicas do 1º Trimestre de 2011 - CPAD - Jovens e Adultos ATOS DOS APÓSTOLOS - Até aos confins da terra Comentários da revista da CPAD: Pr. Claudionor de Andrade Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto Complementos, Orientação Pedagógica: Sulamita Macedo

Lição 13: Paulo Testifica de Cristo em Roma


Professoras e professores, para esta lição, apresento as seguintes sugestões:
 
 - Ao iniciar a aula, cumprimentem os alunos e perguntem como passaram a semana.

- Falem do tema da lição: Paulo Testifica de Cristo em Roma.

- Providenciem uma figura de um barco ou mesmo um barco pequeno e coloque-o diante da turma. Perguntem para os alunos o que isto tem a ver com o tema da aula e acrescentem que a viagem de Paulo a Roma aconteceu através de transporte marítimo – navio. Então falem dos acontecimentos desta viagem, utilizando mapa.
.
- Utilizem o mapa dessa viagem de Paulo, conforme suas possibilidades.
Opção 01: Mapa grande de modo que os alunos possam ver o itinerário da viagem.
Opção 02:  Mapa pequeno para cada aluno. Façam cópia do mapa da Bíblia.
Opção 03: Mapa projetado através do Data-show, caso tenham condições de espaço e equipamento.


- Para finalizar o estudo deste tema, utilizem a dinâmica: Tempestade.

- Para conclusão do trimestre, façam uma retrospectiva das lições de forma objetiva, apresentando os pontos de maior relevância. Caso tenham condições, façam uma gincana com perguntas  sobre as lições e premiem a equipe vencedora.

quinta-feira, 17 de março de 2011

LIÇÃO 13 Paulo Testifica de Cristo em Roma - Lições Bíblicas do 1º Trimestre de 2011 - CPAD - Jovens e Adultos ATOS DOS APÓSTOLOS - Até aos confins da terra Comentários da revista da CPAD: Pr. Claudionor de Andrade Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto Complementos, Orientação Pedagógica: Professor Érick Freire

Introdução
Nesta semana trataremos sobre a prisão de Paulo e sua viagem a Roma e as muitas dificuldades desse período, falaremos sobre como ele se portou em meio a dificuldade e como se utilizou do meio para continuar evangelizando.
Na realidade sua prisão tinha um objetivo proposto pelo próprio Senhor Jesus, como conclui alguns dos teólogos e estudantes da Bíblia que Paulo não era preso de Roma, ou qualquer outro regime político ou religioso e sim, prisioneiro por Cristo, comissionado a cumprir o ide em meio as adversidades. Pois Paulo como duplo cidadão tinha conseguido entrar nos mais profundos rincons do império romano, mas não teria ido a capital de todo o império para evangelizar o povo que também necessitava de ouvir a palavra de Deus.
Ali ninguém podia impedi-lo de ir já que estava sob custódia de pessoas influentes no governo, ou melhor, no império romano.


Dica pedagógica
Professor, estamos encerrando a lição do trimestre, e nada mais justo que haver uma pequena confraternização entre você e seus alunos, já que, durante três meses estiveram juntos aprendendo-ensinando, ensinando-aprendendo um importante assunto para a igreja dos dias atuais, que foi o Atos dos apóstolos até os confins da Terra.
Faça alguma atividade simples para com eles, leia uma carta criada por você mesmo mostrando a importância da participação deles nesse trimestre e a grande valia aos mesmos continuarem interessados em aprender a palavra de Deus sem barreiras.
Diga que para você o mais importante não é dizer o que eles querem, mas mostrar e abrir seus olhos com o conhecimento genuíno, sem hipocrisia e com sinceridade.
Entregue uma pequena messagem grampeada a um bom bom para cada um.


Lebre-se a partir do próximo trimestre estaremos postando o plano de aula e logo depois dinâmicas e subsídios.


I. VIAGEM DE PAULO A ROMA
Comece perguntando: Alguém sabe dizer porque Paulo teve que ir à Roma?Qual o objetivo dessa viagem?

Depois comente que Paulo após  ter passado por várias perseguições dos judeus e está sendo vítima de julgamentos pelos mesmos e após a quebra (separação) do cristianianismo com o judaísmo, a perseguição se tornou mais intensa, levando os judeus a pedirem para jugá-lo, mas Paulo temendo sua morte apela para Roma, pois sabe que o julgamento romano seria mais jurisdicional e menos reliogioso, pois os judeus por várias vezes o tentaram matar e promoveram várias emboscadas, muitas vezes até realcionadas as viagens legais atribuídas e obrigadas pelo governo romano, pois Paulo já era considerado um preso. O principal ponto de acusação era a pertubação da paz,que era copnsiderado na época um crime grave, ora Paulo agora estava professando para eles, uma nova religião, falava da salvação pela graça e não por obras, ou por rituais e alianças (pactos), os saduceus, por exemplo, não acreditavam em ressureição, outros (seitas) também criam em reencarnação e isso provocou tumulto, era crime e deveria ser julgado, ele tinha provocado um reboliço e era passivo a punição capital (morte).
Agora pergunte: Qual era o objetivo de Deus com a prisão de Paulo? Por que Deus permitiu que ele fosse preso?
Conclua dizendo que a prisão de Paulo tinha como único e exclusivo objetivo de Deus a evangelização de vários povos europeus, inclusive após naufrágios e mudanças de percurso e rotina, e isso iremos ver mais a frente.

1. De Cesareia a Roma
Leia o artigo abaixo onde há detalhes de Paulo em Cesaréia Teologia e Graça! logo depois questione:  Qual o objetivo de Paulo em cesaréia? Por que ele foi para lá?
Logo após as respostas dos alunos faça um breve comentário sobre o artigo anterior, não se esqueça tenha um olhar crítico, ne sempre o que está escrito em alguns artigos está correto.



"VIAGEM DE PAULO A ROMA (AT 27.1 – 28.10)
1. Rumo à Itália (27.1-44). Havendo apelado para César, Paulo segue, por via marítima, de Cesareia para Roma. Embarca em um navio em direção à Itália sob a tutela do centurião Júlio e de uma escolta militar, juntamente com alguns presos políticos. Além da presença de Lucas, o médico amado, está presente um amigo de Paulo, cristão macedônio, chamado Aristarco (ver 19.29; 20.4; Cl 4.10; Fm 24). Diante de todas as dificuldades enfrentadas pelo apóstolo, Deus concedeu-lhe amigos fieis, como diz Provérbios, “na angústia nasce o irmão” (Pv 17.17; 18.24). Além disto, o centurião também trata o “prisioneiro do Senhor” com humanidade e lhe permite visitar a igreja em Sidom. Assolado pelos fortes vendavais, o navio segue lentamente até chegar a Mirra, na Lícia. Desta cidade, partem em direção a Itália em um navio procedente de Alexandria. Antecipando-se aos perigos que os surpreenderiam na viagem, Paulo adverte-os, mas em vão. O centurião crê mais no timoneiro do que em Paulo. É assim quando se confia mais na capacidade humana do que na orientação que procede do Senhor: o navio sempre naufraga. Contudo, Paulo assegura aos tripulantes que nenhum deles morrerá.
2. Paulo em Malta (At 28.1-10). Na ilha de Malta, ao sul da Sicília, Paulo e os demais foram tratados com extraordinária bondade pelos nativos. Nesse local, três episódios milagrosos acontecem: Paulo permaneceu imune após o ataque de uma víbora; a cura do pai de Públio, magistrado local; e a cura de diversos ilhéus. Nos três eventos, o nome de Jesus foi glorificado e o evangelho anunciado com poder e milagres.
3. Paulo chega a Roma (Mt 28.11-15). Após três meses, Paulo partiu para Roma com todos os suprimentos necessários. Passou por Siracusa, Régio e Putéoli. Nessa cidade italiana, por solicitação dos irmãos locais, hospedou-se por sete dias. Depois se dirigiu à Praça de Ápio e às Três Vendas para encontra-se com alguns irmãos procedentes de Roma. Mais uma vez, o encontro com os irmãos ajudou-lhe a recobrar o animo. Solitário, acorrentado e prisioneiro, Paulo encontrava nas palavras dos irmãos a esperança que nutria sua viagem. Paulo chega a Roma que, na época, tinha mais de um milhão de habitantes.
O EVANGELHO PROPAGA-SE EM ROMA (AT 28.16-31)
1. Prisão domiciliar (28.16). A prisão domiciliar era uma concessão aos detidos não acusados de crimes capitais. A custodia militaris, como era chamada, permitia que o prisioneiro morasse por conta própria numa casa alugada, no entanto, vigiada por um soldado. Para garantir ainda mais a segurança, uma corrente era presa ao pulso direito do prisioneiro e ao braço esquerdo do guarda. Paulo possuía liberdade de movimento para escrever, receber os irmãos, entre outras atividades, muito embora estivesse cativo.
2. Apologia entre os judeus (28.17-22). Estabelecido em sua prisão domiciliar, Paulo convoca os líderes judeus para explicar-lhes os eventos e motivações que o levaram cativo à cidade. Embora os judeus considerassem-no culpado, as autoridades romanas não encontrava qualquer crime para mantê-lo preso. Contudo, apelara ao tribunal do imperador para livrar-se da oposição e julgamento dos judeus. Não era a culpa que o levara a Roma, mas sua inocência.
3. Progresso do evangelho em Roma (28.23-31). Roma era a mais importante cidade cosmopolita daqueles dias e conhecida, principalmente, pela frouxidão moral e relativização dos costumes. As mais variadas crenças, rituais e religiões estrangeiras eram toleradas pelos romanos. Havia pessoas de todas as raças e costumes. Era um centro de cultura literária, econômica, política e religiosa. Terra dos grandes oradores, políticos, guerreiros e juristas. A região ideal para propagar o evangelho às partes mais longínquas do mundo. Lucas conclui o programa missionário de 1.8, “... ser-me-eis testemunhas...até os confins da terra”, ao descrever a estadia de dois anos de Paulo em sua prisão domiciliar “pregando o Reino de Deus e ensinando com toda a liberdade as coisas pertencentes ao Senhor Jesus Cristo, sem impedimento algum”.
O livro de Atos dos Apóstolos termina sem concluir definitivamente a história que se propôs a narrar. Nada é dito a respeito do julgamento de Paulo pelo tribunal romano. Era intenção de Lucas escrever um terceiro volume? Nada pode ser dito com absoluta certeza. Porém, sabemos que é responsabilidade da igreja moderna continuar a obra inacabada de Atos dos Apóstolos.
Afirma Fabris:
Os Atos permanecem um livro aberto e a completar, porque a história da Igreja, como processo de crescimento humano e de libertação do mundo em torno do Senhor ressuscitado, é um canteiro de obras ainda em plena atividade (1991:448).

Notas
FABRIS, Rinaldo. Os Atos dos Apóstolos. São Paulo: Edições Loyola, 1991 - Colação Bíblica Loyola, 3. Tradução de Siro Manoel de Oliveira" (BLOG TEOLOGIA & GRAÇA).

terça-feira, 15 de março de 2011

LIÇÃO 12- As Viagens Missionárias de Paulo - Lições Bíblicas do 1º Trimestre de 2011 - CPAD - Jovens e Adultos ATOS DOS APÓSTOLOS - Até aos confins da terra Comentários da revista da CPAD: Pr. Claudionor de Andrade Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto Complementos, Orientação Pedagógica: Pedagoga Sulamita Macedo

Lição 12: As Viagens Missionárias de Paulopostagem permitida pela pedagoga Sulamita Macedo


Professoras e professores, para esta lição, faço as seguintes sugestões:

1 - Ao iniciar a aula, cumprimentem os alunos e perguntem como passaram a semana.

2 - Utilizem  mapa das Viagens de Paulo, conforme suas possibilidades.

Opção 01: Mapa grande de modo que os alunos possam ver o itinerário de cada viagem.
Opção 02:  Mapa pequeno para cada aluno. Façam  cópia do mapa da Bíblia.
Opção 03: Mapa projetado através do Data-show, caso tenham condições de espaço e equipamento.

 3 - Utilizem o quadro da Orientação Pedagógica, que contém um resumo das viagens de Paulo. Apresento algumas indicações de como fazê-lo:

A - Façam cópias para os alunos.
B - Usem  o quadro em referência juntamente com o mapa:  Ao falar sobre os fatos e cidades descritas no  quadro, apontem  as localidades  no mapa.
C - Passo a Passo de outra forma de utilização deste quadro:

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Subsídeos e comentários
Um dos portais mais antigos da EBD
Pioneiro em orientações através de vídeos, abaixo temos o seu canal no You Tube
O mais novo e mais acessado Blog de EBD dos últimos três meses - elaborado pelo pedagogo Érick Freire
Estudos e comentários das lições
Comentários
Bons comentários e orientações do pastor Guilherme
Site mais visitado da EBD no Brasil, provavelmente o mais antigo e mais completo, foi criado pelo Pastor Klauber Maia, diretor do CETAD/RN e membro da direção da IEADERN
Comentários do nosso querido irmão em Cristo.
Subsídios muito resumidos e de pouca qualidade conteudista.
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Dinâmica no nome, tenta mostrar algumas formas de usar criatividade na EBD
Bons comentários sobre andragogia, e de como melhorar a escola Dominical.
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Comentários Semanais do Pr. Altair Germano. Comentários muito bem elaborados e estruturados da Escola Dominical, um dos mais acessados em todo mundo.
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Subsídios para as lições
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