Muitos de nós nos perguntamos:
O que é adoração? Como realmente se deve adorar? O que seria culto? Que precisamos para executarmos um culto genuinamente nos moldes da igreja primitiva? Ora, nas epístolas paulinas fica implícito que existiam dois tipos de cultos, ou assembleias de adoração, a primeira delas era o culto aberto ao público quer dizer, todos podiam participar, culto de oração, louvor e pregação, momento em que as pessoas ouviam a Palavra de Deus e se convertiam, nos dias de hoje existem cultos assim, só que muitas vezes perdemos tempo apresentando A e B e esquecemos muitas vezes de cultuar a Deus com louvores, a Palavra e orações.
O segundo era o culto Agape (do grego, amor) ou culto privativo, onde só a igreja local se reunia, ou seja, os cristãos daquela “paróquia” (não entendam paróquia, como do padre, mas como de membros de determinada região composta por igrejas, em algumas igrejas da Assembléia de Deus no Brasil são conhecidas como setores ou áreas). A seguir especificaremos cada um desses cultos:
Culto público
Nesse culto era comum a ação do Espírito Santo, os louvores dos Salmos e de hinos produzidos por eles no início da era cristã eram usados de forma espontânea e adoradora, com isso o Espírito Santo habitava no meio desses louvores e agia de maneia sobrenatural, fazendo com que pessoas que dante incrédulas, percebessem o poder de Deus e se convertessem, chegando muitas vezes a casa dos milhares o número de conversões, vemos em várias passagens no livro de Atos 2mil, 3mil ou até mais conversões após a Palavra e o culto sacrificial dado ao Senhor (Rm 12.2). Em (At 2:15) Após quase duas horas da pregação de Pedro de 9h até às 11h da manhã se converteram mais de 3.000 almas, isso em ato publico, ou seja, culto publico.